Arquivo para outubro \19\UTC 2010

19
out
10

É hoje o lançamento do documentário “Nós Vamos Continuar Falando de Música”!

Na segunda edição do festival “Nós Vamos Continuar Fazendo Música” na Casa de Cultura Hermann Müller, choveu muito, o que impediu que a maioria das bandas se apresentasse. Com uma câmera na mão e uma idéia na cabeça, a organização do festival começou a conversar com os artistas presentes sobre a realidade e as dificuldades da cena independente. Surgiu aí a idéia do documentário que, depois de algum tempo, foi ampliada com o depoimento de nomes importantes do cenário independente como Ludov e O Teatro Mágico, grandes personalidades da música brasileira como Kid Vinil e Fernando Deluqui (ex-guitarrista do RPM), artistas da própria cidade de Americana como Danny Asa e o Trio Virgulino, e trouxe consigo uma abordagem mais ampla não só falando com artistas, mas também empresas que investem em cultura, representantes do poder público, da mídia e quem direta ou indiretamente faz parte da realidade musical.

A idéia é ter uma visão mais ampla do que realmente acontece, afinal o discurso é sempre o mesmo e as idéias nunca são colocadas em prática. Então, tudo concebido de uma forma mais compacta e dinâmica em um documentário foi a maneira ideal para se conhecer melhor a história da música na cidade, os festivais, artistas e o que é necessário para re-criar um movimento de que todos falam tanto.

O documentário foi focado mais na realidade da cidade de Americana, mas como foi dito por  vários  artistas  que  rodam  não  só  o  país, mas  também o exterior a exemplo da banda argentina Los Cocineros, só mudam os nomes, os rótulos, mas os problemas, as difculdades e a realidade são as mesmas em todo lugar. Palavra de quem conhece!

O intuito também não é fazer um levantamento histórico de grandes movimentos, festivais, eventos e artistas que já surgiram e de alguns que ainda permanecem batalhando na cidade, como o FECA, o SHN, Cenário Hermann, entre muitos outros que por sua importância e relevância merecem um documentário próprio para contar sua história, mas sim, debater o que temos nas mãos agora e focar para onde, num consenso geral, queremos ir.

O material será lançado no dia 19 de outubro de 2010 numa edição especial do CineClube Estação de Americana no NoCanto em Nova Odessa e já tem exibições em TVs abertas e fechadas programadas mas sem datas definidas  ainda.  Além disso, o documentário será lançado também em DVD, download livre na internet e devem  acontecer outras exibições públicas.

O projeto, que já havia sido iniciado por conta própria pelos integrantes da produtora Disco1, foi financiado pelo Fundo Municipal de Assistência a Cultura de Americana através do edital publicado pelo Conselho Municipal de Cultura para sua conclusão.

Assista aqui o trailer do documentário:

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09
out
10

Leia o manifesto do Movimento “Salve o Casarão” na íntegra

Memória é o que você tem. Memória é o que você é.

Para Americana e todo o Estado de São Paulo, o Casarão do Salto Grande, o Museu “Dr. João da Silva Carrão”, é memória. É a nossa história, é tudo aquilo que fomos até aqui.

São as marcas das pegadas dos nossos antepassados, que estão sendo apagadas pelo tempo e também se desfazendo em nossos registros mentais.

O Casarão, que foi espaço turístico e educacional, cenário de grandes eventos culturais e momentos que marcaram gerações, está hoje fechado ao público devido ao processo de restauração.

Uma ação emergencial realizada em 2009 conseguiu reconstruir todo o telhado e impedir que as paredes de taipa sucumbissem às fortes chuvas que derrubaram tantos prédios históricos em São Paulo no ano passado.

Foi a sensibilidade de uma empresa privada – a então Ripasa, hoje Conpacel – que transferiu recursos do seu Imposto de Renda para o projeto de restauro do prédio, que salvou o Casarão uma vez.

Mas o nosso monumento ainda precisa de recursos para garantir a conclusão de seu restauro. Precisa abrir as suas portas para a população e para a realização de eventos. Precisa da sensibilidade e da adesão de outras empresas, que devem apenas transferir uma parte do Imposto de Renda (Lei Rouanet, incentivo federal) para manter este patrimônio vivo. Precisa do engajamento da comunidade, do comprometimento de todos com a preservação da memória, de nossa origem e nossa história.

 

O que você sabe do Casarão?

Hoje, você pode conhecê-lo apenas virtualmente: www.casaraodosaltogrande.com.br. Se for até o Salto Grande, atravessar a ponte do rio Atibaia e seguir em direção ao pós-represa, vai se deparar com os portões fechados.

Um árduo e longo trabalho vem sendo feito desde 2006, pode ser perdido se nenhum investimento for oficializado até o dia 31 de dezembro de 2010.

Esta é uma ação da comunidade para abrir as portas do Casarão. Uma ação que precisa de todos.

Este é o MANIFESTO de quem se importa.

Se você se importa, junte-se a nós.

“O que lembro, tenho” – João Guimarães Rosa

Movimento “Salve o Casarão!”

09
out
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Divulgado trailer do documentário “Senna”. Assista agora!

09
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Revista Macaco Moderno Também disponível para download no site do Movimento “Salve o Casarão!”

A imagem diz tudo:

09
out
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Vamos recuperar o Casarão?

A sociedade civil se organizou e se uniu a diversas entidades, ONGs, empresas parceiras, poder público e ao grande apoio da mídia e criou o Movimento “Salve o Casarão!”.

O Casarão, que completa 200 anos de história, foi construído no século XIX na região do bairro Salto Grande e foi a antiga residência da tradicional família Muller, e que abriga hoje o Museu Histórico e Pedagógico “Dr. João da Silva Carrão”.

O prédio é tombado como patrimônio histórico e, além de sua restauração, estão previstos pela Prefeitura Municipal de Americana, a criação de uma área de lazer com praça de alimentação e também um espaço para a formação de futuros restauradores.

Neste sábado, entidades, ONGs, artistas e produtores culturais de Americana se unem em prol dessa causa: chamar a atenção da população de americana para este patrimônio que está de portas fechadas para o público e que muitos jovens não tiveram a oportunidade de conhecer.

A causa pela qual o monumento estar fechado são as condições físicas do prédio que foi construído com paredes feitas de taipa-de-pilão. Seu telhado foi prejudicado em 2007 por um forte vento, porém reconstruído graças ao apoio fiscal da empresa privada Conpacel, sob a Lei Rouanet de repasse fiscal do Imposto de Renda. Agora o restauro deve continuar para que o monumento possa se transformar num espaço de lazer e preservação histórica de Americana.

A Prefeitura e a Câmara dos Deputados de Americana apóiam esta causa em conjunto a várias ONGs, entidades, Conselhos Municipais e outras organizações civis do município para a sensibilização da sociedade e de outras empresas que auxiliem na preservação da cultura e da história de nossa cidade. A arrecadação de fundos para o começo da restauração tem como data limite dia 31 de dezembro de 2010, pois o projeto já está em sua terceira prorrogação do prazo estipulado pelo Ministério da Cultura.

Saiba mais no site: http://www.casaraodosaltogrande.com.br

E não se esqueça:

ATO PÚBLICO DIA 09, SÁBADO, NA PRAÇA BASÍLIO RANGEL DAS 10 ÀS 12 HORAS.

09
out
10

Espetáculo retrata universo das relações amorosas

Dando continuidade à programação da 3ª Mostra de Teatro e da Mostra Paralela Itinerante de Jundiaí, a Cia. de Baco, de Americana, estrela hoje, a partir das 20 horas, na Sala Glória Rocha, o espetáculo “Quando as Máquinas Param”. Esta e as demais apresentações são gratuitas e prosseguem até domingo, na Sala Glória Rocha, Teatro Polytheama, Praça Governador Pedro de Toledo, Parque Botânico Eloy Chaves e em escolas dos bairros Jardim Martins, Almerinda Chaves e Santa Gertrudes.

De acordo com Denis Carvalho dos Santos, que assina a produção executiva de “Quando as Máquinas Param”, a montagem retrata, basicamente, o universo das relações amorosas e tudo o que envolve o seu cotidiano. “Nesta peça, os atores Gláucia Neves (que interpreta Nina) e Otávio Delaneza (cujo personagem se chama Zé) interpretam um casal apaixonado, que, por possuir recursos muito limitados, acabam por se deparar com dificuldades cada vez mais intensas”, conta Denis.

Esta asfixia do relacionamento, segundo o produtor, gera discussões que, embora sejam bastante pertinentes, acabam por ofuscar o propósito principal da relação, configurada pelo amor. “Com certeza, este é um espetáculo que ´cutuca´, instiga e questiona, já que leva ao palco uma realidade intensa de amor e de tudo o que o envolve no dia a dia”, destaca Denis.

Satisfação – Ele acrescenta, ainda, que “Quando as Máquinas Param” (com direção de Marcelo Ferraz e texto de Plínio Marcos) já foi apresentada em diversas cidades do País, sendo muito premiada. “Participar de eventos culturais, levando qualidade e questionamentos sobre uma realidade que se encontra facilmente por aí, fazendo com que as pessoas reflitam sobre o tema, me faz muito bem”, admite o produtor.

Por Renata Reiter – Jornal de Jundiaí – 7/10/2010

09
out
10

Artistas reunidos em prol do Casarão

Por Paulo Corrêa – Jornal Todo Dia – 06/10/2010
A campanha para salvar o Casarão do Salto Grande ganhou musculatura na cidade e deve mobilizar neste sábado, a partir das 10h, na Praça Basílio Rangel, pelo menos 20 entidades de Americana. Estão programadas intervenções artísticas, leitura de um manifesto e também será pedida simbolicamente a doação de dinheiro para população.
A atividade, relata o presidente do CineClube Estação, Márcio Zagallo, visa salvar o maior patrimônio artístico e cultural da cidade que completa 200 anos de história. O prazo para captação de recursos para o restauro do Casarão se encerra em dezembro e já se arrasta há pelo menos quatro anos.
Segundo Zagallo, o ato visa sensibilizar a iniciativa privada e o poder público para a urgência desse projeto. “O pedido simbólico de R$ 1 para toda população é uma forma de protesto. Toda a classe artística está mobilizada e fazendo o seu papel, acho que os empresários e os políticos também precisam se envolver nessa causa”, comentou.
Em entrevista ao TodoDia a produtora cultura, Ana Paula, da agência 3Marias Produtora Cultural e Audiovisual, explicou que o prazo autorizado pelo Minc (Ministério da Cultura) para captar recursos via Lei Rouanet de Incentivo à Cultura termina no dia 31 de dezembro. “Precisamos conseguir recursos antes do prazo limite. O projeto todo tem duração de 24 meses e o ministério prorrogou por mais 12 meses. Depois o processo todo é encerrado”, explicou Ana Paula.



Trailer do doc. “Nós Vamos Continuar Falando de Música”

Movimento “Salve o Casarão!”

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